Estimulação

Estimulação Motora para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes com TEA – Transtorno do Espectro do Autismo

Com um trabalho totalmente voltado para crianças e adolescentes autistas, faço o que posso para melhorar a qualidade de vida desses alunos fantásticos. Me chamo Felipe Augusto, tenho 21 anos, sou formado em Educação Física pela Puc – GO, ator por Rob desde os 09 anos de idade, atleta juvenil de futebol durante 4 anos e hoje busco, através de minha formação (Educação Física), contribuir de maneira transformadora na vida de crianças e adolescentes autistas.

É possível por meio de intervenção motora junto a outras crianças, proporcionar a uma criança com autismo oportunidades para explorar o ambiente, bem como enriquecer suas interações sociais além do que costumava realizar. A ampliação de seu repertório motor aumenta sua competência a novos desafios e aos poucos, dentro de suas condições, seu desenvolvimento global é aperfeiçoado (PRESTES, D. 2009).

Através de programas de exercícios físicos e atividades psicomotoras, oportunizo meus alunos autistas a desenvolverem suas capacidades físicas, cognitivas e sociais, por meio de descobertas que eles mesmos fazem. Através de circuitos funcionais, brincadeiras simbólicas, jogos pré-desportivos, os autistas tem o papel de criar, construir e manter padrões adequados de movimentos.

O mais desafiador é de saber que cada autista tem um jeito ÚNICO de aprender. Durante as aulas eu não exijo que meu aluno execute um movimento, uma técnica, perfeitamente correta, o importante é que, primeiramente ele se sinta bem consigo mesmo fazendo a atividade proposta, isso é fundamental. Depois, que ele entenda o contexto onde esta inserido, na aula de Educação Física. E por consequência, desenvolverá as valências físicas: força/tônus muscular; coordenação motora; velocidade; agilidade; EQUILÍBRIO; lateralidade; noção de espaço e de tempo. As habilidades cognitivas: concentração; tomada de decisão; autonomia; auto superação. E a interação entre aluno e professor irá ajudá-lo (a) a desenvolver o social que é tão prejudicado pelo transtorno.

Compreendo o TEA como uma condição do desenvolvimento neurológico, caracterizado por alterações no comportamento, sendo eles estereotipados e repetitivos, e na comunicação social. O exercício físico sendo ele, direcionado e programado de maneira personalizada, única, atuará como coadjuvante com as terapias e tratamentos que os autistas fazem. O mais importante: Acreditar sempre nas possibilidades!

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